Depois do grande sucesso do convívio do S.João, a iniciativa ganhou espontâneamente corpo para a noite de S.Pedro. Além do convívio salutar entre os presentes e até entre alguns Vilarealenses que se juntaram a nós, importa dar o grande abraço de reconhecimento público, e o profundo obrigado ao associado José Franco pelo incansável papel desempenhado junto da cozinha improvisada "na garagem", nas duras condições de temperatura e com algum (muito) fumo à mistura...
Para a história ficam as reportagens fotográfica do associado Manuel Sousa, para muitos o já fotógrafo oficial destas sessões de convívio...
Por último uma palavra especial para os novos associados: " - Muito bem-vindos, contamos com todos!..."
Associação Mutualista, Recreativa, Cultural e Desportiva fundada em 1910
terça-feira, 5 de julho de 2011
domingo, 19 de junho de 2011
domingo, 15 de maio de 2011
Assembleia Geral - Convocatória
Para efeitos do disposto nos Estatutos desta Associação, convocam-se todos os sócios para uma Assembleia Geral Ordinária, a realizar no próximo dia 9 de Junho do corrente ano, pelas 20H30, na sua sede, sita na Avenida Carvalho Araújo, com a seguinte ordem de trabalhos:
1.º - Informações.
2.º - Discussão e votação do Relatório e Contas do ano de 2010.
3.º - Proposta de Plano e Orçamento para 2011.
4.º - Apresentação de Listas para eleição dos Órgãos Sociais, para o triénio 2011/2014.
Encontram-se patentes na Secretaria da Associação, todos os documentos referentes aos itens da ordem de trabalhos, a fim de poderem ser examinados pelos Sócios.
Se à hora indicada não estiverem presentes a maioria dos Sócios desta Associação, a Assembleia realizar-se-á uma hora depois, pelas 21H30 com qualquer número de sócios presentes.
Vila Real, 15 de Maio de 2010
A' Comissão Administrativa
terça-feira, 5 de abril de 2011
Qualificar o 3.º sector - projecto Q3
Decorreu esta tarde em Leça da Palmeira, nas instalações da AEP (Associação Empresarial Portuguesa) a sessão de assinatura dos contractos programa para a iniciativa Q3, projecto para o qual a nossa candidatura foi aceite, e por isso importa agora divulgar também nesta plataforma as várias informações relativas ao referido projecto Q3-Qualificar o 3.º Sector.
Este é um projecto nacional, com várias entidades como parceiros (a AEP, a Confederação ou ainda a UTAD), que visa desenvolver as competências das pessoas e das organizações do 3º Sector, melhorando a qualidade das suas prestações, a eficácia da gestão e contribuindo para a sua competitividade e sustentabilidade, através de processos participados e sustentados de consultoria e formação.
O 3º Sector tem uma importância social e económica fundamental na economia e na sociedade portuguesa, porque promove o desenvolvimento local, presta serviços de proximidade e cria emprego.
Em 2002, teve despesas que representavam 4,2% do PIB; envolve cercar de 250.000 trabalhadores, dos quais 70% são remunerados e 30% são voluntários.
Mas este é também um sector com debilidades, p.e., em termos de gestão, comunicação, liderança, estratégia, financiamento, equipamentos e instalações.
Estas debilidades pretendem ser colmatadas com este programa de apoio ao desenvolvimento e à qualificação, das pessoas e das organizações, integrado medidas de formação e consultoria.
Compete-nos a todos tirar o maior proveito e envolver todos os associados sem excepção, neste projecto de fundo, com o principal objectivo de fazer mais e melhor em prol do futuro da União Artística Vilarealense.
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Relatório e Contas do exercício de 2010
Estimados Associados,
No cumprimento das disposições legais e estatutárias, dos Estatutos da União Artística Vilarealense (UAV), à Comissão Administrativa cumpre apresentar o Relatório e Contas relativo ao exercício de 2010, o qual, irá ser submetido à apreciação e votação da assembleia-geral.
I. INTRODUÇÃO
O ano de 2010 ficará obrigatoriamente assinalado pelas consequências do agravamento da crise financeira, económica, social, política e mesmo civilizacional que assolou o mundo inteiro, mas com maior impacto na Europa, e a que o nosso país não ficou imune.
Sem querermos entrar por caminhos que não nos competem, a solução óbvia e consensual a prazo terá que passar por produzirmos mais e melhor, aproveitando todos os factores produtivos ineficientes, desde a terra e o mar até às pessoas, passando pelas instalações, equipamentos e organizações, de modo a, com mais formação, inovação e reorganização, melhorar a produtividade e a competitividade, pedras fundamentais na base da nossa sociedade.
É consensual a necessidade de produzir mais e melhor, gastar menos e poupar mais, mas é preciso também não esquecer e prestar uma atenção especial nesta altura à forma como se realiza a distribuição dos bens e serviços produzidos pela população, de modo a que seja sempre garantido o mínimo de subsistência a todos os cidadãos.
O papel desempenhado actualmente pelo Estado, com a sua vertente social, dificilmente é o adequado, sendo necessário que, a par do que já existe se concretize, de forma organizada ou não, a solidariedade familiar, dos amigos, dos vizinhos, das associações e da comunidade.
É claramente necessário que cada um tome um papel activo nesta mudança, as famílias, as empresas, as organizações da sociedade civil, o próprio Estado e até as organizações internacionais.
Para um melhor enquadramento desta reflexão na nossa realidade associativa de carácter mutualista, recordamos uma projecção do “Livro Verde sobre Regimes Europeus de Pensões Adequados, Sustentáveis e Seguros”, publicado em 7 de Julho de 2010, pela Comissão Europeia.
Segundo este documento, nos últimos 50 anos, a esperança de vida aumentou em cerca de 5 anos na União Europeia e nos próximos 50 anos projecta-se outro aumento de cerca de 7 anos, o que, conjugado com as baixas taxas de fecundidade, provocará uma alteração drástica na estrutura etária da população, duplicando o rácio de dependência da velhice, que passará das actuais 4 pessoas em idade activa para cada pessoa com mais de 65 anos para 2 pessoas em idade activa para cada pessoa com mais de 65 anos, em 2060.
Interessante é assinalar, ainda segundo o mesmo documento, outra tendência de longa data, a mudança societal (agregados familiares com um só indivíduo, casais sem filhos e o afastamento geográfico das diferentes gerações de uma família), o que está a obrigar a uma organização mais formal da prestação de serviços de assistência, que poderiam, noutras circunstâncias, ser prestados nas próprias famílias, criando dificuldades adicionais ao financiamento dos cuidados de saúde e dos cuidados de longa duração.
Tudo isto constitui um desafio acrescido para a UAV, associação mutualista de Vila Real, que desde a sua fundação há 100 anos, procura respostas para as necessidades das pessoas, nas vertentes sociais complementares, e a que se adicionam as necessárias ajudas, não só aos associados idosos, proporcionando-lhes uma vida digna e de qualidade, mas também às crianças, por exemplo, fornecendo aos pais, serviços de acolhimento, de cuidado e de educação, com o fim de assim estimular também desse modo a taxa de natalidade, como forma também de promover o requerido reequilíbrio demográfico.
Importa recordar que desde 1995, funciona diariamente nas nossas instalações um Centro de Convívio direccionado para os nossos associados idosos, um espaço de vital importância pois a pessoa humana é um ser eminentemente social, tendo necessidade dos outros, em todas as fases da vida, mas especialmente quando se encontra mais débil e vulnerável.
A atitude de dar atenção aos outros é fundamentalmente e por tradição, educada e praticada no seio das famílias, pelo que, quando tal situação não se verifica actualmente ainda não existem suficientes estruturas sociais de acolhimento e dispensa de cuidados a idosos, tornando-se assim indispensável, encontrar e fomentar a curto prazo outras formas de ajuda mútua e de solidariedade, dinâmica que constitui a essência da UAV.
Estamos especialmente vocacionados para complementar a solidariedade familiar, fomentando e desenvolvendo o conceito de solidariedade associativa, que não se irá remeter apenas aos associados de maior idade, mas também à totalidade das necessidades das pessoas, inclusivamente às situações de solidão e de exclusão, promovendo, organizadamente, o voluntariado associativo como etapa primordial, aproximando assim os associados disponíveis dos associados carentes.
terça-feira, 22 de março de 2011
Quotização 2011
A Comissão Administrativa informa que por razões óbvias a quotização normal se mantém nos 50 cêntimos mês, para o ano de 2011 (um total de 6euros/ano).
Contudo e face ao grande número de associados com quotas inferiores a este valor, delibera-se que para este ano o aumento a existir, nesses casos, para perfazer a quantia referida é facultativo, devendo no entanto no próximo ano de 2012 esta actualização tomar carácter de obrigatoriedade.
Mais se informa que até ao próximo dia 1 de Maio decorre o período para pagamento de quotizações em atraso. Depois desta data agir-se-á de acordo com o previsto nos actuais estatutos.
Relatório e Contas 2010 - Assembleia Geral 01/2011
Não foi à toa que esta é afirmativamente a primeira publicação deste ano aqui no blogue da União Artística.
Assumimos desde já a vital importância da próxima reunião de Assembleia Geral, a divulgar em breve onde para além da votação do Relatório e Contas de 2010, irá ser escolhida a próxima Direcção de modo a concluir desse modo a tarefa para a qual esta Comissão Administrativa foi criada.
Dentro de dias anunciaremos e publicaremos na íntegra também aqui, o Relatório e Contas de 2010.
Estamos a ultimar o documento no que refere a questões normativas, mas, deixamos aqui a breve introdução do referido documento pois este enquadramento melhor explica o que atrás referimos.
Assumimos desde já a vital importância da próxima reunião de Assembleia Geral, a divulgar em breve onde para além da votação do Relatório e Contas de 2010, irá ser escolhida a próxima Direcção de modo a concluir desse modo a tarefa para a qual esta Comissão Administrativa foi criada.
Dentro de dias anunciaremos e publicaremos na íntegra também aqui, o Relatório e Contas de 2010.
Estamos a ultimar o documento no que refere a questões normativas, mas, deixamos aqui a breve introdução do referido documento pois este enquadramento melhor explica o que atrás referimos.
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