Associação Mutualista, Recreativa, Cultural e Desportiva fundada em 1910
quinta-feira, 20 de março de 2014
segunda-feira, 10 de março de 2014
Conselho Nacional
A Direcção da União Artística Vilarealense vai marcar presença no próximo dia 22 de Março, às 10h00, no Museu Nacional do Desporto, Palácio Foz, Praça dos Restauradores, em Lisboa para participar no Conselho Nacional da CPCCRD,
Os associados que quiserem marcar presença na reunião devem realizar a sua inscrição na sede até dia 17 de Março, inclusive.
sábado, 8 de março de 2014
Dia Internacional da Mulher
Neste importante dia, a União Artística Vilarealense,
Saúda todas as Mulheres e em particular todas as nossas associadas...
Ás nossas actuais dirigentes, e a todas aquelas que em muito contribuíram ao longo da nossa vida associativa para o engrandecimento da nossa União Artística Vilarealense!
Um dia muito feliz para todas!...
quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014
terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
Plano de Acção 2014
A União Artística Vilarealense –
Socorros Mútuos (UAV), fundada em
1910 como Associação Mutualista, de Cultura, Recreio e Desporto, caracterizou-se
ao longo da sua existência, também pelo seu papel interventivo nas relações de
solidariedade entre todos os associados, e com a sociedade civil em particular.
A sua acção Social prosseguiu no
tempo, e urge adequar-se á realidade, na dimensão das necessidades sentidas
pelos cidadãos mais vulneráveis, nomeadamente, para responder às necessidades
sentidas pelos associados com mais anos de filiação (por isso também de maior
idade). As parcerias e contactos com a Segurança Social são cruciais para o
registo e efectivação das novas valências, nomeadamente o Centro Comunitário, a
Cantina Social, a Lavandaria Social e o Serviço de Assistência Domiciliária 24
Horas, a desenvolver no âmbito da reestruturação massiva do edifício-sede.
A acção Mutualista será reforçada
com a reactivação do antigo “Subsídio de Funeral”, em actividade entre 1912 e
1986. De uma forma pensada e estruturada do ponto de vista financeiro, irá
permitir o seu auto-financiamento e acima de tudo, cumprir a vontade expressa
pelos associados como mais uma ajuda para as suas famílias.
A sua acção Cultural tem sido sempre
a mais marcante ao longo de toda a sua existência, não só pelo seu papel
recreativo incontornável, em prol do desenvolvimento da cultura, e do
desenvolvimento de cada indivíduo, mas sobretudo, na aposta assumida de
associar os valores promotores da cultura com um modelo cultural inclusivo, sem
quaisquer barreiras (sociais, geracionais ou outras), mantendo o cunho e o legado
das iniciativas realizadas. O modelo do festival de bandas rock de Vila Real,
iniciado na década de 90, e retomado em 2013, com a realização do “1.º
Sardinhas Open Air” no dia de São João, resultou em pleno no que diz respeito à
promoção das bandas de Vila Real intervenientes (catapultando inclusive duas
delas para os palcos nacionais), e também, face ao “feedback” sentido por parte dos participantes, dos associados,
comerciantes e moradores do centro histórico. Partindo da estruturação desta
actividade a nível financeiro (com o objectivo de que a sua realização seja
auto sustentável), em conjunto com a Câmara Municipal de Vila Real (CMVR), e com
o apoio da Associação Académica da Universidade de Trás-Os-Montes e Alto Douro,
das Associações de Estudantes das Escolas Secundárias e das Escolas Profissionais
do Concelho, será possível limar arestas, aprimorar e orientar o festival para um
ainda maior impacto na divulgação da música e das bandas de Vila Real, assumindo
se possível o seu nome original: Rock
Nordeste.
A necessidade da manutenção e do
reforço do papel da UAV é evidente para
nós, face às necessidades crescentes sentidas pelas pessoas, nos seus problemas
do dia-a-dia; soluções que apenas podem encontrar nas respostas da actividade organizada
pela própria sociedade civil. Os tempos que atravessamos, particularmente
duros, devem potenciar soluções criativas e é cada vez mais clara a necessidade
de respostas sociais com qualidade e dignidade para todos; um modelo que já
defendemos há muito tempo, e que agora é defendido também a nível Europeu com a
defesa do conceito de “Empresa Social”, um modelo que a UAV conhece bastante bem pois foi esse o pressuposto da sua criação
e mote de funcionamento em mais de metade da sua centenária existência.
O recente diploma, publicado em
Diário da Republica, sobre o estatuto do Dirigente Associativo consagra algumas
(poucas) regalias mas, sobretudo estipula deveres e obrigações. Conscientes da
importância da informação atempada sobre os vários considerandos (legais,
apoios e projectos) ao serviço das diferentes Colectividades, Associações e
Clubes, e aproveitando a presença da UAV
na Mesa Nacional da Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura,
Recreio e Desporto, (CPCCRD), é nossa intenção realizar um Encontro Associativo
de Vila Real, em conjunto com a CMVR, e com o apoio da CPCCRD, onde para além da
reunião entre os responsáveis das diferentes Associações do Concelho para
partilha de informações, será dada a possibilidade de ficarem a par das
exigências a que agora todos estão sujeitos e, esclarecer outras situações
pouco claras no Movimento Associativo, de modo a potenciar essa informação como
uma vantagem no funcionamento e planeamento futuro, contando para tal, com a
presença e o conhecimento do Vice-presidente da CPCCRD, Dr. Bessa de Carvalho.
Quanto a projectos mais
trabalhosos definimos a reconstrução do telhado, uma obra em si já adiada há
mais de 20 anos, e que é agora obrigatória, implicando também uma recolha de
fundos extra, via marketing e outras actividades a desenvolver para fazer face
a esta previsível despesa.
Este plano de actividades á
semelhança dos anteriores procura estabelecer linhas orientadoras para a
continuação das acções em curso, para o seu alargamento e desenvolvimento, sem
esquecer as devidas garantias de estabilidade do ponto de vista da organização
interna e sustentabilidade da UAV.
Todas as actividades a realizar
serão levadas a cabo com total economia de meios e será indispensável a participação
e o empenho, cada vez mais alargado, de todos os Dirigentes, Associados e
Amigos, e sobretudo a adequada valorização por parte das Entidades Oficiais e Instituições
parceiras, que continuam a ser fundamentais para a sua realização.
Á semelhança dos anos anteriores será
dada prioridade ao trabalho desenvolvido em articulação, intercâmbio e parceria
com várias entidades locais e nacionais, de entre as quais destacamos pela sua
importância, a CMVR; a União de Freguesias de Nossa Senhora da Conceição, São
Pedro e São Dinis; a CPCCRD; o Centro Regional de Segurança Social de Vila
Real; a Universidade de Trás-Os-Montes e Alto-Douro; a Rede de Unidades de
Cuidados Continuados e a Rede Social de Vila Real.
Mantêm-se ainda as parcerias com
a Imperialis Serenatum Tunix - Tuna
masculina da Utad (desde 1997 na UAV),
os três Grupos de Narcóticos Anónimos (desde 1992 na UAV) e o Grupo de Amigos Colecionadores de Vila Real (desde Junho de 2013 na UAV).
Importa assim, manter e reforçar
a UAV como uma Instituição sempre
aberta a acolher a iniciativa individual para apresentação de trabalhos ou
outras iniciativas culturais, assim como para receber novas parcerias, que
permitam igualmente diversificar a sua actividade e aumentar a sua regularidade.
A constituição de mais parcerias, formais ou informais, continua assim, a
definir a linha de trabalho a seguir.
É nossa convicção que deste modo
podemos continuar a conferir à nossa União
Artística Vilarealense enorme riqueza e diversidade, honrando o seu legado.
Vila Real, 20 de Janeiro de 2014
A Direcção
domingo, 12 de janeiro de 2014
CPCCRD informa...
A publicação em Diário da República do dia 16 Dezembro de 2013, de um acórdão do Supremo Tribunal de Justiça fixando jurisprudência sobre a não obrigatoriedade de pagamento de Direitos de Autor por exibição pública de televisão vem confirmar aquilo que há muito era entendimento da Confederação Portuguesa de Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto, que a divulgação de quaisquer programas de televisão, ou de rádio difusão efectuadas pelos aparelhos de TV e rádio nas Colectividades não estava sujeita ao pagamento de Direitos de Autor.
Com o referido acórdão fica pois claro, que enquanto se mantiver a actual legislação, as Colectividades não estão obrigadas ao pagamento de qualquer valor por exibição de televisão ou recepção de rádio, tornando-se assim ilegítimo a exigência desse pagamento.
segunda-feira, 23 de dezembro de 2013
Boas Festas
Uma excelente quadra festiva são os votos da União Artística Vilarealense
Com muita saúde e alegria.
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Apenas após duas reuniões de direcção realizadas, desde a decisão de 12 de Dezembro de 1909 de fundar uma associação de pobres e humildes a ...






